Distensão ou ruptura muscular é um acidente comum para atletas e
ocorre muitas vezes em relação a um grande esticamento na força máxima,
quando uma parte do músculo é esticada tanto que rompe.
Nos primeiros cuidados se coloca um torniquete que impede o inchaço, encurtando o tempo de reabilitação. A lesão se encontra normalmente na superfície do músculo.
Os lugares lesionados mais comuns são no ventre muscular e na parte de transição músculo/tendão.
A lesão frequentemente afeta a unidade motora muscular com o maior liminar, sendo que esta parte trabalha ativamente apenas na carga máxima e, consequentemente, recebe menos treino do que outras unidades motoras. Isto é um dos motivos por ser menos resistente, o outro é que é formado em maior grau de fibras musculares brancas (rápidas), que são menos resistentes.
É comum começar a competir muito cedo após uma distensão ou ruptura muscular, porque treinando no 60-70% da sua capacidade não se sente o machucado e se aparenta totalmente recuperado. Porém, a parte machucada é encarregada apenas no esforço máximo. Portanto, é muito importante aumentar o esforço devagar-mente quando retomar o treino.
É importante começar logo com atividades leves depois de uma lesão. Quando não se sente mais o machucado, deve repousar por mais uma semana pelo menos. Depois, a parte machucada pode ser testada ao máximo no treino e só a partir disso poderá eventualmente retomar a competição. É fácil entrar num círculo vicioso de novas rupturas com mais cicatrizes e deficiências. Se todo o músculo se rompeu, tem que ser costurado para funcionar novamente.
Ao diagnosticar a lesão, a primeira questão é como surgiu. Dor repentina no momento de grande esforço indica distensão/ruptura. Uma “abertura” pode às vezes ser palpável onde a ruptura ocorreu. Há dor e dificuldade de contração. Muitas vezes, um sangramento distal à lesão é visível alguns dias depois do acidente, o chamado hematoma de redução.
Algumas causas possíveis:
A massagem desportiva ajuda a remover excessos de líquidos apos o acidente.
Nos primeiros cuidados se coloca um torniquete que impede o inchaço, encurtando o tempo de reabilitação. A lesão se encontra normalmente na superfície do músculo.
Os lugares lesionados mais comuns são no ventre muscular e na parte de transição músculo/tendão.
A lesão frequentemente afeta a unidade motora muscular com o maior liminar, sendo que esta parte trabalha ativamente apenas na carga máxima e, consequentemente, recebe menos treino do que outras unidades motoras. Isto é um dos motivos por ser menos resistente, o outro é que é formado em maior grau de fibras musculares brancas (rápidas), que são menos resistentes.
É comum começar a competir muito cedo após uma distensão ou ruptura muscular, porque treinando no 60-70% da sua capacidade não se sente o machucado e se aparenta totalmente recuperado. Porém, a parte machucada é encarregada apenas no esforço máximo. Portanto, é muito importante aumentar o esforço devagar-mente quando retomar o treino.
É importante começar logo com atividades leves depois de uma lesão. Quando não se sente mais o machucado, deve repousar por mais uma semana pelo menos. Depois, a parte machucada pode ser testada ao máximo no treino e só a partir disso poderá eventualmente retomar a competição. É fácil entrar num círculo vicioso de novas rupturas com mais cicatrizes e deficiências. Se todo o músculo se rompeu, tem que ser costurado para funcionar novamente.
Ao diagnosticar a lesão, a primeira questão é como surgiu. Dor repentina no momento de grande esforço indica distensão/ruptura. Uma “abertura” pode às vezes ser palpável onde a ruptura ocorreu. Há dor e dificuldade de contração. Muitas vezes, um sangramento distal à lesão é visível alguns dias depois do acidente, o chamado hematoma de redução.
Algumas causas possíveis:
- Lesão anterior
- Treinamento inadequado
- Dureza – rigidez
- Alongamento inadequado
- Cansaço
- Esforço máximo
- Repouso ativo por alguns dias
- Massagem após 2-4 dias ou mais
- Testes
- Treino muscular que aumenta gradativamente
A massagem desportiva ajuda a remover excessos de líquidos apos o acidente.
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