A neurociência pinta um quadro complicado da criatividade. Atualmente,
os cientistas entendem a criatividade como algo bem mais complexo do que
a divisão do cérebro em hemisférios direito e esquerdo nos leva a
pensar (a teoria de que o lado esquerdo do cérebro = pensamento racional
e analítico e o lado direito = pensamento criativo e emocional).
Na realidade, acredita-se que a criatividade engloba vários processos
cognitivos, caminhos neurais e emoções e mesmo assim não temos toda a
dimensão de como a mente imaginativa funciona.
E, psicologicamente falando, pessoas com personalidade criativa são
difíceis de definir, especialmente por serem complexas, paradoxais e
geralmente evitarem hábitos ou rotinas.
E esse não é apenas um estereótipo do “artista torturado” – os artistas
podem de fato serem pessoas mais complicadas. Pesquisas sugerem que a
criatividade é fruto da combinação de várias características, comportamentos e influências sociais em uma única pessoa.
"O autoconhecimento é de fato difícil para pessoas criativas, pois o
ser criativo é mais complexo do que o não criativo”, afirmou Scott Barry
Kaufman, psicólogo da New York University que passou vários anos
pesquisando a criatividade, em entrevista ao The Huffington Post.
"As coisas que mais se destacam nas pesquisas são os paradoxos do ser
criativo… Pessoas com imaginação aguçada tem mentes mais ‘bagunçadas’ ”.
O que é e para que serve a Terapia Natural ou Holística que hoje é conhecida e chamada oficialmente como Terapia Complementar? A visão da Terapia Complementar tem como fundamento a relação de harmonia que se faz entre o homem e o Universo. Na visão holística somos um todo em três - mente, corpo e espírito e quando em ordem e equilíbrio somos saúde holística e perfeição natural.
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