Assistente Social Em Práticas Integrativas Complementares.

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Ciências Tradicionais Holisticas

sábado, 16 de julho de 2011

DINAMICA MARCHA OU PONTO




Objetivo:
Oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida...
Material:
Uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.
Como Fazer:
a) Mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro. 
b) Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram. 
c) Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro. Pedir, então, que tirem conclusões práticas.
Exemplo:
Em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.
Palavra:
1Cor 3,1-4 e Salmos 51

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Terapia comunitária traz alívio ao sofrimento causado por conflitos emocionais e familiares

  • Roda de terapia comunitária em parque de São Paulo; segundo os participantes, dividir problemas e ouvir o outro traz alívio para o sofrimento Roda de terapia comunitária em parque de São Paulo; segundo os participantes, dividir problemas e ouvir o outro traz alívio para o sofrimento
Manhã ensolarada em um parque da cidade de São Paulo, lugar perfeito para um grupo que se reúne com um objetivo comum: fazer mais uma roda de terapia comunitária.
Um senhor, meio sem jeito, que nunca havia participado resolve falar: “não sei se seria ideal, mas estou com um problema de relacionamento em casa. Moro com meu filho, minha nora e a netinha. Queria que eles tivessem mais consideração comigo”. Daí desaba no choro. Confortado por uma das terapeutas comunitárias, ele toma fôlego e continua a falar (veja aqui o depoimento completo).
O conflito familiar é um dos temas que mais aparece em rodas de terapia comunitária, além de estresse, abandono e rejeição, depressão, questões ligadas ao trabalho, problemas com álcool e drogas, violência, entre outros.
Mas o que é a terapia comunitária afinal? Segundo Adalberto Barreto, médico, psiquiatra e criador da metodologia, é um espaço de acolhimento e tratamento do sofrimento do cotidiano antes que vire uma doença. A ideia não é substituir a psicoterapia nem a prática médica e sim trazer algo a mais, complementar. “É ter na terapia o sentido próprio da palavra, que em grego quer dizer 'acolher de forma calorosa', então o grupo é quem acolhe o sofrimento, seja uma insônia, doença na família, um filho envolvido com drogas, etc.”.
Como é a roda
Em uma roda de terapia comunitária qualquer um que sentir vontade pode falar, desabafar um incômodo, o que está lhe tirando o sono, mas é eleita uma questão apenas. A partir daí, as outras pessoas podem perguntar para compreender melhor o caso e compartilhar suas experiências. E, é a partir desse leque de relatos, que cada um vai tirando o que é proveitoso para sua experiência individual, para lidar melhor ou mudar de perspectiva em relação aos seus próprios problemas.
Neste contexto, os terapeutas comunitários atuam como mediadores. Procuram estimular a partilha de experiências de vida que promovam uma transformação e, ainda, valorizem o saber produzido pela vivência de cada um.
“O interessante é que ao escutar o outro falando muitas vezes a pessoa se dá conta de quantos recursos tem para a vida que não percebia. Essa troca resgata a autoestima das pessoas”, relata a psicóloga, doutora em psicologia clínica e terapeuta comunitária Marilene Grandesso, também coordenadora do polo de formação em terapia comunitária Interfaci.
De acordo com Marilene, ao ter seus saberes e competências reconhecidos, as pessoas se sentem mais fortes, mais capazes para enfrentar os desafios e as dificuldades da vida.
Alívio do sofrimento
Os benefícios, entretanto, variam de acordo com o grupo atendido, mas na maior parte das vezes há um sentimento comum; o alívio por desabafar.
Lucia M. S., de 39 anos, relatou um caso de conflito familiar sério em uma das rodas de terapia comunitária de São Paulo. Nem sua família, que mora no Piauí, sabe o que ela está passando. “Às vezes eu deito e penso o que será da minha vida, hoje mesmo cheguei aqui com muita angústia, e saio com mais força e coragem após ouvir o depoimento das pessoas”, conta. A filha de Lucia, Luana S. M, de 15 anos, também estava na roda e diz ter saído do encontro com mais coragem, força de vontade e com a certeza de que “nada é como a gente quer”.
Lucia não teve o tema eleito e, mesmo assim, pôde se beneficiar das histórias das pessoas. De acordo com Marilene, “vivemos nossas vidas de acordo com as histórias que construímos sobre as experiências vividas. A história dos outros faz com que revisitemos as nossas próprias histórias”. E isso pode trazer um novo ponto de vista e perspectiva da situação.
As vivências dos outros podem dar pistas de superação, às vezes ficamos tão focados no problema que não vemos mais solução.
Rede de ajuda
De acordo com Marilene, a troca também permite que se forme uma rede social de apoio. As pessoas ficam amigas, formam vínculos, fazem um intercâmbio de informações.
Foi o que aconteceu com Lucia Brandt, de 53 anos. Ela se trata com um psicoterapeuta, mas também frequenta rodas de terapia comunitária em São Paulo. Em uma delas, ela compartilhou um problema familiar e diz ter encontrado, além de apaziguamento, ferramentas para lidar melhor com a situação.
Após a roda, as pessoas lhe passaram contatos de profissionais, indicações de especialistas e clínicas que poderiam ajudar a resolver o problema. Além disso, Brandt conta que também se confortou por outras pessoas viverem situações ainda mais complicadas que a dela.
Redução do estresse
Compartilhar o sofrimento diminui a tensão e pode atuar positivamente na redução do estresse e das doenças psicossomáticas. Há um ditado muito comum no Nordeste e usado com frequência em rodas de terapia comunitária: “quando a boca cala os órgãos falam, quando a boca fala os órgãos saram”.
De acordo com Adalberto Barreto, a terapia incentiva a expressão de sentimentos e emoções em um ambiente de confiança (não é permitido julgamentos nem conselhos e é incentivado o respeito às diferenças), e, se as pessoas desabafam, o corpo pode ser poupado de doenças, principalmente a ansiedade, o estresse e suas consequências.
Serviço:
Em São Paulo, há rodas de terapia comunitária programadas no quiosque do Parque da Aclimação; as próximas acontecem nos dias 12 e 26 de novembro e 10 de dezembro, das 10:30 às 12 h.
No site da Associação Brasileira de Terapia Comunitária (www.abratecom.org.br) há endereços de polos formadores e informações sobre rodas de terapia comunitária.

A arte de contar histórias

 caminha com a história da humanidade, com as mudanças provocadas pelas descobertas e com o deslocamento do homem durante toda sua existência neste planeta. Desde que o mundo é mundo, ou talvez, como começam os contos de fada desde o tempo do “era uma vez...”, o ser humano conta histórias. Apesar das diferenças regionais e da característica singular de cada sujeito e de cada época, certos sentimentos não são históricos e podem encontrar em diversas formas de manifestação cultural. Contando histórias o contador, em interação com o outro, transforma-se em uma espécie de instrumento para a veiculação de mensagens e informações. Perde-se de si mesmo como sujeito para ser meio, caminho e processo. Ao mesmo tempo, se há algo que podemos atribuir de forma universal a todos contadores de histórias, independente de seu contexto histórico-cultural, é a valorização da palavra dita em voz alta com entonação, volume e gestos. Cada contador tem um estilo e uma maneira singular em suas apresentações. Neste instante, pelo desenvolvimento e exposição de um estilo, recupera-se como sujeito e não pode ser mais caracterizado exclusivamente como um veículo. Dar nova vida a personagens que ficam guardados nos livros e nas mentes é sem dúvida a principal função do narrador de histórias. Nesse sentido, estes. se tornam co-autores dos textos, emprestando suas vozes, seus corpos e suas memórias para dar vida à personagens, à cenários, ao mágico e ao fantástico.

4. Dinâmica da "Escultura"

 Esta dinâmica estimula a expressão corporal e criatividade. 2 x 2 ou 3 x 3, os grupos devem fazer a seguinte tarefa: Um participante trabalha com escultor enquanto os outro (s) ficam estátua (parados). O escultor deve usar a criatividade de acordo com o objetivo esperado pelo Coordenador, ou seja, pode buscar: estátua mais engraçada,-mais criativa,-mais assustadora,-mais bonita, etc. Quando o escultor acabar (estipulado o prazo para que todos finalizem), seu trabalho vai ser julgado juntamente com os outros grupos. Pode haver premiação ou apenas palmas.
5. Dinâmica da "Sensibilidade" Dois círculos com números iguais de participantes, um dentro e outro fora. O grupo de dentro vira para fora e o de fora vira para dentro. Todos devem dar as mãos, sentí-las, tocá-las bem, estudá-las. Depois, todos do grupo interno devem fechar os olhos e caminhar dentro do círculo externo. Ao sinal, o Coordenador pede que façam novo círculo voltado para fora, dentro do respectivo círculo. Ainda com os olhos fechados, proibido abrí-los, vão tocando de mão em mão para descobrir quem lhe deu a mão anteriormente. O Grupo de fora é quem deve movimentar-se. Caso ele encontre sua mão correta deve dizer _Esta ! Se for verdade, a dupla sai e se for mentira, volta a fechar os olhos e tenta novamente. 6. Dinâmica do "João Bobo"
Esta dinâmica propõe um "quebra gelo" entre os participantes e também pode ser observado o nível de confiança que os os participantes têm um no outro. Formam-se pequenos grupos de 8-10 pessoas. Todos devem estar bem próximos, de ombro-á-ombro, em um círculo. Escolhem uma pessoa para ir ao centro. Esta pessoa deve fechar os olhos (com uma venda ou simplesmente fechar), deve ficar com o corpo totalmente rígido, como se tivesse hipnotizada. As mãos ao longo do corpo tocando as coxas lateralmente, pés pra frente , tronco reto. Todo o corpo fazendo uma linha reta com a cabeça. Ao sinal, o participante do centro deve soltar seu corpo completamente, de maneira que confie nos outros participantes. Estes, porém devem com as palmas das mãos empurrar o "joão bobo" de volta para o centro. Como o corpo vai estar reto e tenso sempre perderá o equilíbrio

3. Dinâmica do"Mestre"

Em círculo os participantes devem escolher uma pessoa para ser o adivinhador. Este deve sair do local. Em seguida os outros devem escolher um mestre para encabeçar os movimentos/ mímicas. Tudo que o mestre fizer ou disser, todos devem imitar . O adivinhador tem 2 chances para saber quem é o mestre. Se errar volta e se acertar o mestre vai em seu lugar.Esta dinâmica busca a criatividade, socialização, desinibição e a coordenação.

2. Dinâmica do "Escravos de Jó"

Esta dinâmica vem de uma brincadeira popular do mesmo nome, mas que nessa atividade tem o objetivo de "quebra gelo" podendo ser observado a atenção e concentração dos participantes. Em círculo, cada participante fica com um toquinho (ou qualquer objeto rígido). Primeiro o Coordenador deve ter certeza de que todos sabem a letra da música que deve ser: Os escravos de jó jogavam cachangá; os escravos de jó jogavam cachangá; Tira, põe, deixa o zé pereira ficar; Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá (Refrão que repete duas vezes) 1º MODO NORMAL: Os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA); os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA); Tira (LEVANTA O TOQUINHO), põe (PÕE NA SUA FRENTE NA MESA), deixa o zé pereira ficar (APONTA PARA O TOQUINHO NA FRENTE E BALANÇA O DEDO); Guerreiros com guerreiros fazem zigue (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA), zigue (VOLTA SEU TOQUINHO DA DIREITA PARA O COLEGA DA ESQUERDA), zá (VOLTA SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA) (Refrão que repete duas vezes). 2º MODO: Faz a mesma sequência acima só para a esquerda

1. Dinâmica do Emboladão

 Esta dinâmica propõe uma maior interação entre os participantes e proporciona observar-se a capacidade de improviso e socialização, dinamismo, paciência e liderança dos integrantes do grupo.Faz-se um círculo de mãos dadas com todos os participantes da dinâmica. O Coordenador deve pedir que cada um grave exatamente a pessoa em que vai dar a mão direita e a mão esquerda.Em seguida pede que todos larguem as mãos e caminhem aleatoriamente, passando uns pelos outros olhando nos olhos (para que se despreocupem com a posição original em que se encontravam). Ao sinal, o Coordenador pede que todos se abracem no centro do círculo" bem apertadinhos". Então, pede que todos se mantenham nesta posição como estátuas, e em seguida dêem as mãos para as respectivas pessoas que estavam de mãos dadas anteriormente (sem sair do lugar). Então pedem para que todos, juntos, tentem abrir a roda, de maneira que valha como regras: Pular, passar por baixo, girar e saltar. O efeito é que todos, juntos, vão tentar fazer o melhor para que esta roda fique totalmente aberta. Ao final, pode ser que alguém fique de costas, o que não é uma contra-regra. O Coordenador parabeniza a todos se conseguirem abrir a roda totalmente!